Pontos de Interesse

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Datação: século XV.

Classificação: Monumento Nacional (Dec. De 16-6-1910).

Descrição: este sistema defensivo é composto por uma muralha, com a barbacã actualmente bastante reduzida e pelo castelo que inclui a Torre de Menagem, uma cinta amuralhada de menores proporções que envolve esta torre, a Torre da Princesa e o “Poço do Rei”. A muralha que encerra a praça de armas, com um perímetro de 600 metros, é rematada por ameias e acompanhada pelo caminho de ronda. Tem 15 cubelos e o grosso muro, de 2 metros de espessura, é interrompido pela Porta da Vila, a Porta de Santo António e no lado oposto a Porta do Sol e a Porta da Traição.

Est. De Conservação: muito Bom.

Fonte: Património dos Concelhos da Terra Fria Concelho de Bragança VOLUME I

 

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Descrição: O solar dos Condes de Vinhais foi edificado na rua Nova, principal eixo viário da vila de Vinhais. Trata-se de um monumento setecentista, exibindo na sua fachada todo o dinamismo barroco. O brasão pode ter sido colocado após 1847, ao centro do alçado. Neste ano Dona Maria concedeu o título de Conde a Simão da Costa Pessoa. Sendo nesta altura palco de uma reestruturação, como forma de tornar o edifício mais digno do título então adquirido pelo proprietário.

Ostenta uma planta longitudinal com quantidade articulada e cobertura, feita de telha, de quatro águas. A frontaria tem um largo corpo central, acompanhado por dois corpos mais estreitos isolados por pilastras sobrepujadas por urnas. Os corpos laterais têm porta de verga reta no primeiro piso e janela de sacada com balaustrada de ferro semicircular, cornija saliente e frontão triangular no segundo. O corpo central tem um portal axial no primeiro piso e quatro janelas de avental gradeadas e, no segundo, janelas de sacada corrida, com cornija saliente e frontão triangular, exceto a central que apresenta uma varanda encimada pela pedra de armas dos condes de Vinhais.

Classificação: Monumento Classificado – IPP, Dec. nº28/82, DR 47 de 26 Fevereiro 1982

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O Parque Natural inclui os concelhos de Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Miranda do Douro e Mogadouro, totalizando uma área de 85.150 ha, e abrange o troço fronteiriço do Rio Douro assim como as superfícies planálticas confinantes. O concelho de Miranda do Douro tem o privilégio de pertencer a este parque, o que nos confere ainda mais valor, pois torna-se o local escolhido por muitas espécies animais para constituir o seu habitat, oferecendo também condições ideais para proliferação de determinadas espécies vegetais. O relevo do concelho de Miranda do Douro é caracterizado por declivosas vertentes ou arribas onde o Rio Douro assume uma estrutura de canhão fluvial graças à sua geomorfologia. A sua orografia adquire por isso características geológicas e climáticas únicas condicionando a população vegetal e animal. A avifauna adquire uma importância significativa a nível nacional, e até internacional, quando associado às atividades humanas e ao património cultural local, a conjugação de todas estas condições justificaram a denominação desta área como Parque Natural do Douro Internacional.

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Descrição: Miradouro sobre o Rio Douro. Acesso em caminho terra batida.

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Na fachada barroca de janelas assimétricas rasga-se um portal seiscentista (1690) da autoria do mestre Martinho da Veiga. Sobre o pórtico num pequeno nicho, em forma de concha flanqueado por duas aletas, está guardada a imagem de Santa Escolástica. No lado esquerdo surge o brasão dos Teixeiras, que patrocinaram esta obra. Neste alçado há vários vãos de janelas, algumas das quais no nível superior têm molduras de ladrilho mudéjar. Dentro da igreja, de uma nave de planta rectangular, é notável o tecto de abóbada de berço com pin-tura de perspectiva a óleo sobre madeira, do pintor Manuel Caetano Fortuna de Castelo Branco, de 1763 onde se representa o templo santo.

Datação: século XVI (1590).

Est. De Conservação: bom.

 

Lendas e Tradições: São Bento é o padroeiro da diocese de Bragança-Miranda e da paróquia de São Bento e São Francisco. A sua festa acontece anualmente no dia 11 de Julho e é precedida por uma novena.

Fonte: Património dos Concelhos da Terra Fria Concelho de Bragança VOLUME I

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Em 1580 e 1587 foi fundado pelo Dr. António Alvares Ferreira, Juiz de Fora, e sua mulher, D. Helena de Nóvoa, tendo chegado a integrar 112 clarissas.

A degradação do edifício, um grande incêndio sofrido em 1838 e a falta de noviças ditaram o seu declínio, tendo sido extinto em 1879, ano em que parte da cerca do e edifício foram cedidas para a construção dos atuais Paços do Concelho.

Lendas:

Os feijões da Madre Garcia: é costume dizer-se na região, sobretudo em Vinhais, no que se refere a duração de qualquer alimento: «rende como os feijões da Madre Garcia». No convento de Santa Clara existiu uma freira que morreu com fama de santidade, de sobrenome Garcia. Como era despenseira, os mantimentos rendiam-lhe mais que às outras; durante muito tempo gastou da reduzida colheita dos feijões sem abaixar o depósito.

Consta-se que, «em mau ano agrícola, a virtuosa freira governou as companheiras e matou a fome a muitos pobres com a parca colheita que tinha no celeiro». (Martins, P.e Firmino Augusto, Folklore do Concelho de Vinhais, 1ºvol., Vinhais, 1997).

 

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A Igreja Paroquial de Malhadas é um templo gótico dedicado a Nossa Senhora da Expectação, de planta retangular, com a fachada principal dividida horizontalmente por uma moldura. O interior, de nave única com cinco tramos, ostenta coro-alto no primeiro e púlpito circular entre o segundo e o terceiro tramos. O altar-mor e os dois laterais, do século XVIII, são em talha dourada. Na capela-mor existe, no lado do Evangelho, restos de um fresco, representando uma cena bíblica e que parece ter uma pintura sobreposta. A cobertura é em madeira com travejamento trabalhado em relevo com motivos geométricos. 

Datação: Igreja de Raiz românica do século XIII

Classificação: Imóvel de Interesse Público, Dec. nº 39 521, DG 21 de 30 Janeiro 1954.

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Descrição: solar barroco de planta longitudinal de dois pisos. No piso térreo apresenta duas portas e duas janelas e no piso nobre rasgam-se seis janelas/portas, encimadas por frontões triangulares e com varandas de ferro forjado.

Estado de Conservação: razoável.

Fonte: Património dos Concelhos da Terra Fria, Concelho de Miranda Do Douro, VOLUME I

 

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Pelourinho rústico formado por uma base de granito onde assenta uma coluna tosca de fuste oitavado ornamentado, a meia altura, por semi-esferas e sobrepujado por um capitel cúbico, com arestas parcialmente cortadas por golpes côncavos. O conjunto é rematado por uma calote esférica.

Classificação: IIP (Dec. nº23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933).

Datação: século XII/XIV.

Est. De Conservação: mau.

Fonte: Património dos Concelhos da Terra FriaConcelho de Bragança VOLUME I

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Atendimento personalizado ao visitante.

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