Pontos de Interesse

Classificação
Featured/Unfeatured
Claimed/Unclaimed
41.265163, -7.164599

Trata-se de uma aldeia de provável construção baixo-medieval. O caminho que de Seixo de Manhoses dá acesso à aldeia é marcado, numa encruzilhada próxima, por um cruzeiro, erguido sobre um soco quadrangular com alminhas do purgatório pintadas, na face virada a norte, e constituído por uma cruz latina com imagem de Cristo. A aldeia desenvolve-se para oriente do cruzeiro. As construções são em alvenaria de granito e, em alguns casos, em silhares de granito. Na sua maioria mantêm o pé-direito, correspondendo a um registo ou dois, mas apenas com vestígios de coberturas, sobrados e caixilharias. A este do aglomerado, estende-se uma extensa eira de muito bom labor em silhares de granito bem aparelhados. É também um excelente miradouro.

41.305519, -7.151783541

Apesar de intitulada de “Fonte Romana”, a Fonte de Vila Flor é uma fonte quinhentista, com 4 pilares e 6 colunas jónicas, que suportam uma cúpula de tijolo; pela sua raridade e importância histórica, foi classificada como monumento de interesse público ao abrigo do Dec. Nº 27 394, DG 394 de 26 de Dezembro de 1936. Admite-se a hipótese deste recinto, em forma de «templete greco-galaíco», ter sido utilizado como local de reuniões municipais dos homens bons da paróquia. Provavelmente de início, era taipado com pranchas de castanho de coluna a coluna (in CABRAL, Adão, Palestra proferida na sessão solene comemorativa do sétimo centenário do concelho).

41.316827, -7.238821

Dominando a antiga vila de Freixiel, num pequeno promontório a nascente da povoação, encontra-se a Antiga Forca de Freixiel. É constituída por dois pilares de pedra granítica, de quase 3 metros, onde no topo assentaria uma trave em madeira. É Imóvel de interesse público ao abrigo do Dec. Nº 42 007, DG 265 de 6 de Dezembro de 1958.

Acesso: EN 314 de Vila Flor para Abreiro, cruzamento à esquerda para Freixiel. A forca fica fora da aldeia, numa pequena colina atrás da igreja.

41.294075, -7.171948

O Concelho de Vila Flor é particularmente rico em paisagens naturais. Tirando proveito deste recurso em 1983 a autarquia criou, em 1983 o Complexo Turístico do Peneireiro com diversas valências, nomeadamente piscinas, Parque de Campismo, Mini-Zoo, Circuito de Manutenção, court de ténis, campo de futebol, entre outras.

Enquadrado por uma paisagem lúdica de montanha e floresta, é este parque frequentado por milhares de turistas, nacionais e estrangeiros, mormente nos meses de Junho a Outubro.

Estas estruturas criam as condições ideais para uns dias de tranquilidade, repouso, lazer e também prática desportiva pois, a poucos metros, ergue-se o Estádio Municipal, que para além do atletismo e futebol, disponibiliza uma pista de tartan. O interior do Parque está completamente arborizado e com algumas áreas relvadas. Pinheiros, eucaliptos, plátanos, choupos brancos, sobreiros e medronheiros são algumas das variedades vegetais que ali existem. O terreno irregular, criando áreas mais pequenas, limitadas por vegetação ou por blocos naturais de granito, proporcionam mais privacidade e a sensação de uma relação mais estreita com a natureza. Possui ainda 3 blocos de balneários, um bar com esplanada, um mini-mercado e um parque infantil.

Circundando-o, está a Barragem do Peneireiro, lago artificial para abastecimento da sede do Concelho. Possui uma pista de motocross e um circuito de manutenção, recentemente renovado. Adjacente à barragem, mais um espaço verde sobressai onde se enquadra um Parque de Merendas e um Parque Infantil. Ao lado, no carinhosamente apelidado de "mini zoo", alguns animais repousam, à vista de quem os queira visitar. Integrada ainda no complexo turístico do Peneireiro, é de salientar a piscina Municipal, com bar e esplanada, orlada de altos cedros.

 

41.584189,-6.530600

Datação: séculos XVI/XVII.

Descrição: A primitiva igreja medieval foi mudada depois de 1580 e reconstruída no local onde hoje se encontra, no centro cívico de Vimioso. Igreja maneirista de planta longitudinal, constituída por uma nave única, capela-mor retangular, sacristia e área de apoio ao serviço religioso. A fachada principal voltada a Oeste, à qual se acede através de uma ampla escadaria, tem três corpos, sendo os laterais prolongados por duas torres, a sineira à direita e a do relógio à esquerda. No corpo central, rematado por um balaústre, abre-se o portal de arco de volta inteira, sobrepujado por uma fresta. As paredes laterais são de alvenaria de granito e estão suportadas por botaréus. No seu interior apresenta uma nave dividida em cinco tramos e coberta por uma abóbada de canhão, de nervuras cruzadas e com rosetas nos fechos. Os altares que decoram o templo são de talha dourada, dos séculos XVII e XVIII, e estão ornados por anjos, colunas torsas, parras e aves.

Classificação: IIP (Dec. nº37 728, DG 4 de 5 Janeiro 1950).

Est. De Conservação: bom

41.391508, -6.427005

A empresa começou a trabalhar em 3 de Fevereiro de 1959.

A principal mensagem da RIBADOURO é “A continuidade da tradição.” expressa o nosso carinho pelo vinho e pelas tradições da região Norte de Portugal.

A produção está distribuída por quatro marcas de vinho - Pauliteiros, Mirandum,  Lhéngua Mirandesa IGP e Ribeira do Corso DOC. Cada marca de vinho está associada a história da região.

Cooperativa Agrícola RIBADOURO está localizada na região de Trás os Montes e Alto Douro, no concelho de Miranda do Douro, na vila de Sendim.

Inicialmente a região vitivinícola de Trás os Montes era uma IPR (indicação de Proveniência regulamentada), no entanto, em 2006 passou a ser uma região DOC (Denominação de Origem Controlada).

Esta região vitivinícola faz fronteira com a região do Douro, uma das mais antigas na produção de vinhos, encontrando-se dividida em três sub-regiões: Chaves, Planalto Mirandês e Valpaços. mapa de região

As vinhas do Planalto Mirandês situam-se nas proximidades do rio Douro. Devido às condições climáticas da região, a produção de uvas não precisa de tratamentos fitossanitários, consequência do inverno rigoroso e do verão quente. Os vinhos produzidos na sub-região do Planalto Mirandês.

As principais castas da região Planalto Mirandês incluem o Bastardo, Gouveio, Malvasia Fina, Mourisco Tinto, Rabo de Ovelha, Tinta Amarela, Touriga Francesa, Touriga Nacional e Viosinho.

41.7751976, -6.6284554

A Casa do Soto é o nome dum projecto cultural que se destina a todos aqueles que querem vir conhecer o Nordeste transmontano… a afabilidade das suas gentes, mitos, tradições, gastronomia e principalmente as suas magníficas paisagens. Por isso, reconstruímos a casa… para nosso sossego e para ser alugada a preços módicos…a quem vier por bem…passar um dia…um fim de semana…umas férias.

Dois quartos …onde se repousa em em cama de casal…pela manhã, abra a janela e acorde com a melodia do pintassilgo …que na Graça de Deus almoça no quintal!… A grande sala e cozinha guarda memórias de velhos serões…

Na recordação do tempo frio em que se acendia o lume desfrute a lareira acolhedora.

Assim reviva outros tempos… e outros vagares! como quem regressa a casa depois duma longa caminhada. Na varanda  grande sinta o cheiro a feno e a fruta madura… Regale os olhos na lonjura da paisagem. Repouse na leitura adiada … e sinta a horta na oferta da terra cavada.

As Casas de Campo Mirandesas, localizam-se na aldeia de Pena Branca, no concelho de Miranda do Douro, distrito de Bragança. Estas antigas casas de lavoura, onde residiam os caseiros da quinta, construídas sobre um afloramento rochoso granítico, são típicas casas rústicas do planalto mirandês totalmente renascidas da ruína, para Turismo no Espaço Rural.

Recuperadas para proporcionar aos seus hóspedes todo o conforto exigido nos nossos dias, as Casas de Campo Mirandesas estão harmoniosamente decoradas com mobiliário contemporâneo, confortável e de qualidade. O seu pátio interior, é um convite ao relaxamento e à leitura à sombra de alguma das suas árvores, à beira da piscina, no parque infantil, no SPA, na esplanada do bar ou na adega.

As Casas de Campo Mirandesas, convidam à descoberta do vasto património e história de tradições e cultura Mirandesas, onde podemos facilmente encontrar memórias e idioma perpetuados através dos tempos, castelos e ruínas, casas brasonadas, pelourinhos, fragas e fontes com a sua história.

Quem visita as casas de campo Mirandesas pode também experimentar e degustar os produtos típicos da região, todo o tipo de doçarias, compotas, fumeiro, licores e vinhos.

Largo do Chafariz – Pena Branca – Miranda do Douro

41.580581,-6.261082
+351273499210+351273499210
+351937156347+351937156347

Confeção de todo o tipo de doçaria regional e pão. Aceita encomendas da famosa bola doce de Miranda do Douro.

Ponto de venda em Ifanes e também em feiras de produtos regionais em toda a região transmontana.

41.386535,-6.425561

Venda ao público em loja de produtos regionais. Venda de frutos secos, fumeiro, azeite, queijo, vinho, doces, mel, frutos secos, artesanato e todo o tipo de bolos regionais.

Presença em feiras de produtos regionais, em toda a região transmontana e também em Espanha.

Showing 11 - 20 of 348 results