Pontos de Interesse

Classificação
Featured/Unfeatured
Claimed/Unclaimed
41.307137, -7.153132

Situado no largo Dr. Alexandre de Matos, perto da Igreja Matriz, o Museu Dr.ª Berta Cabral foi fundado em 1957, por Raúl de Sá Correia, antigo secretário da Câmara Municipal e diretor do Museu até à sua morte, em 1993.

Antigo Solar dos Aguilares (primeiros donatários de Vila Flor) e antigo Paços do Concelho, o edifício do séc. XII/XIII, é armoriado com as Armas Reais na fachada principal, a Flor de Liz, (símbolo da Vila), e as armas dos Aguilares (duas águias) na fachada poente. Ali funcionaram também o talho municipal, a repartição das finanças, o Posto da Guarda e a Biblioteca Municipal.

Possui cerca de 3000 peças, ofertas de filhos e amigos desta terra, oriundas na sua esmagadora maioria deste Concelho. É constituído por coleções de pintura, arqueologia, etnografia, artesanato africano, arte sacra, numismática e medalhística.

41.306033, -7.151872

D. Dinis concedeu Foral a Vila Flor em 1286 e mandou erguer em seu redor uma cerca de muralhas com cinco portas em arco, restando apenas uma, o Arco de D. Dinis ou Portas da Vila, com 3,5 m de largura por 4 m de altura. Julga-se ter sido uma torre ou pequeno forte para protecção desta Porta virada a sudeste, que dava acesso à Fonte do Poço, hoje conhecida como Fonte Romana. Por ele podemos penetrar na densa atmosfera histórica circundante, vendo-se casas antigas que a tradição aponta como restos da Judiaria local. É Imóvel de Interesse Público por Decreto desde 1955.

41.316827, -7.238821

Dominando a antiga vila de Freixiel, num pequeno promontório a nascente da povoação, encontra-se a Antiga Forca de Freixiel. É constituída por dois pilares de pedra granítica, de quase 3 metros, onde no topo assentaria uma trave em madeira. É Imóvel de interesse público ao abrigo do Dec. Nº 42 007, DG 265 de 6 de Dezembro de 1958.

Acesso: EN 314 de Vila Flor para Abreiro, cruzamento à esquerda para Freixiel. A forca fica fora da aldeia, numa pequena colina atrás da igreja.

41.83606,-7.000887

 No cume do jardim público, no Largo do Arrabalde, descobre-se um palacete armoriado, a Casa Senhorial do Conde de Sarmento, eminente vinhaense, com Pedra de Armas ao centro da frontaria. É um edifício com datação de finais do século XVIII princípios do século XIX.

O Conde de Sarmento foi conselheiro de El-Rei, General de Divisão e Ajudante de Campo de sua Majestade Imperial, o Duque de Bragança, adquirindo as comendas da Ordem de Cristo, da Torre Espada e Conceição e foi discernido com outras Ordens nacionais e estrangeiras.

Datação: finais do século XVIII princípios do século XIX.

41.4924753 -6.2734248

Só restam as ruínas, que perduram ainda no claustro de arcos abatidos jesuítas, admiram-se as colunas monolíticas, as únicas que resistiram a um incêndio no princípio do séc. XVIII. Atual Jardim Municipal.

 

 

41.869729,-6.952114

Pelourinho Manuelino, levantado por volta de 1512. Não resistiu à extinção do concelho, tendo sido reconstruído por volta de 1932.

É de granito, oitavado, decorado por três ordens de ornatos que se repetem, alternando em cada face do octógono. Num dos lados, uma torre com três janelas, terminadas em triângulo coroado por uma cruz, no outro, um triângulo encimado por três círculos contínuos em linha reta e no outro uma carantonha. O centro da base apresenta o orifício onde encaixa o fuste da coluna.

Classificação: Imóvel de Interesse Público: Decreto-lei n.º 23122, de 11 de Outubro de 1933.

 

41.832295,-7.007421

Foi concedida a licença para a fundação do Convento dos Missionários Apostólicos Franciscanos de Vinhais em 7 de Janeiro de 1740, por D. João V, às entidades de Vinhais e seus moradores.

Esta propriedade foi doada por José de Morais Sarmento, natural de Vinhais, Fidalgo da Casa Real e Mestre de Campo de Auxiliares, grande impulsionador da obra. A primeira pedra foi lançada a 6 de Janeiro de 1752.

A Igreja, casas e capelas foram recentemente convertidas em Museu de Arte Sacra, continuando abertas ao culto, e integrando o projeto Ecomuseu de Vinhais.

Horário: com marcação prévia

 

 

41.798878,-6.804684

O Mosteiro beneditino de Castro de Avelãs gozou da protecção de Afonso Henriques, exercendo este uma influência determinante na economia da região onde foi implantado, pelo menos até ao século XIII. Foi um núcleo monacal extremamente importante do Nordeste Transmontano, entre os séculos XII e XVI. A igreja situa-se entre as ruínas do convento e o que restou de uma torre e casa paroquial. A velha e incompleta igreja foi construída ao estilo românico mudéjar de raiz leonesa, com tijolo vermelho, um material pouco usado entre nós. Deste projecto, nunca concluído, restaram a cabeceira, com três capelas semi-circulares, uma das torres da fachada e o arranque da parede da nave lateral, visível no lado sul. No absidíolo sul encontra-se um sarcófago monolítico de granito, composto por arco feral paralelepipédico, com tampa de secção pentagonal com remate superior de duas águas. O túmulo está decorado por dois brasões e uma inscrição inacabada – "ERA DE MIL E CCC E" – gravada na sua tampa.

Datação: séculos XIII/XVI/XVIII.

Classificação: MN (Dec. De 16-6-1910).

Est. De Conservação: bom.

Lendas e Tradições: Uma velha tradição diz que o túmulo, guardado no interior de um dos absidíolos, pertence ao cavaleiro D. Pelaio, conhecido como conde de Ariães. Segundo reza a lenda, este conde fazia vitoriosas incursões bélicas contra os muçulmanos no tempo de D. Ramiro II, que encantavam os habitantes de Bragança. Este propusera-lhe entregar a cidade, caso concordasse entrar num desafio campal com um mouro, mas em força desigual. Confiante do seu triunfo, o conde aceitou o desafio marcado para o dia de São Jorge, a quem prometeu, em caso de vitória, erigir uma capela da sua invocação a qual visitaria anualmente em procissão. No Prado do Talho, o cavaleiro derrotou o inimigo, no limite da veiga de Ariâes, e mandou edificar um templo em honra de São Jorge. Outra tradição conta um episódio menos feliz da história deste conde. Certo dia, este zangou-se com a sua mãe, por esta não ter o jantar pronto quando voltava da caça e no pico da sua ira atiçou-lhe os cães que a mataram. Como forma de castigo, pelo crime horrendo que cometera, foi obrigado a tirar um cabelo da sua cabeça e metê-lo numa pia com água debaixo de uma pedra, até que este se trans-formasse numa cobra. Quando o animal estivesse bem crescido, seria metido com o conde numa tumba, identificada com o túmulo do mosteiro de Castro de Avelãs, para que fosse devorado pela cobra e assim fosse vingada a morte da sua mãe.

Fonte: Património dos Concelhos da Terra Fria Concelho de Bragança VOLUME I

41.805842,-6.756629

Na Rua Direita destacam-se várias construções como o solar dos Morgados, antigo edifício e sede dos Paços do Concelho da Câmara Municipal, comprado pela edilidade em 1864. O Solar dos Morgados data provavelmente do século XVIII. Apresenta três pisos, com duas urnas no remate superior. No rés-do-chão abrem-se 5 portas de moldura lisa, no piso nobre corre uma varanda com gradeamento e no piso superior há 5 janelas de guilhotina. A casa do Coronel Machadinho aparece-nos com os seus lavores decorativos concentrados na abertura central do piso intermédio, também ele corrido por uma varanda com grade de ferro. A casa do coronel tem o portal principal flanqueado por duas pilastras, apresenta gárgulas na cornija e tem um último piso recuado.

Datação: Época Moderna e Contemporânea.

Est. De Conservação: bom.

Fonte: Património dos Concelhos da Terra Fria: Concelho de Bragança VOLUME I

41.805842,-6.756629

Na fachada, no alçado norte, rasga-se um portal da renascença, com alguns elementos já da estética barroca, constituído por um arco de volta perfeita encimado por dois medalhões. O entablamento está assente em duas pilastras de capitéis compósitos e o frontão apresenta nos extremos dois pináculos, no centro deste surge um nicho que alberga uma imagem da Virgem com o Menino, flanqueado por duas pilastras. Sobre este rasgou-se, posteriormente, uma rosácea lobulada. Interiormente, o espaço da nave rectangular está ornado por retábulos de talha dourada barroca. Do lado da Epístola, encontram-se mais dois retábulos barrocos, um dos quais já com ornatos rocaille. Neste lado, destaca-se o púlpito seiscentista, de estrado em cantaria e balaústres feitos em pau-preto, tal como o dossel. O coro alto barroco também é balaustrado. A cobertura da capela-mor é abobadada e nela nota-se a mistura de influências góticas e renascentistas.

Datação: século XVI/XVIII

Est. De Conservação: muito bom.

Lendas e Tradições: na freguesia da Sé as principais festas religiosas são a de Nossa Senhora das Graças, que realiza entre os dias 12 e 22 de Agosto, a do Santo Condestável em Junho e a dos Santos Mártires em Julho.

Fonte: Património dos Concelhos da Terra Fria Concelho de Bragança VOLUME I

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