Pontos de Interesse

Classificação
Featured/Unfeatured
Claimed/Unclaimed
41.305519, -7.151783541

Apesar de intitulada de “Fonte Romana”, a Fonte de Vila Flor é uma fonte quinhentista, com 4 pilares e 6 colunas jónicas, que suportam uma cúpula de tijolo; pela sua raridade e importância histórica, foi classificada como monumento de interesse público ao abrigo do Dec. Nº 27 394, DG 394 de 26 de Dezembro de 1936. Admite-se a hipótese deste recinto, em forma de «templete greco-galaíco», ter sido utilizado como local de reuniões municipais dos homens bons da paróquia. Provavelmente de início, era taipado com pranchas de castanho de coluna a coluna (in CABRAL, Adão, Palestra proferida na sessão solene comemorativa do sétimo centenário do concelho).

41.800662, -6.748872

Ponte de tabuleiro horizontal composta por um arco de ogiva, com aduelas em xisto azul, cujas fundações assentam no maciço rochoso. Tem 40 metros de comprimento, 7 metros de vão, 4,40 metros de flecha, 8 metros de altura e 3,50 metros de largura. As guardas baixas são de alvenaria de xisto e o pavimento é de terra. Faz conjunto com a Fonte do Jorge, uma fonte de espaldar seiscentista ou setecentista. Tem a taça enterrada, enquadrada por duas pilastras jónicas e coroada pelas armas do concelho de Bragança.

Datação: século XVI (1557).

Est. De Conservação: bom.

Lendas e Tradições: algumas pessoas consideram que a Fonte do Jorge foi usada como pia baptismal enquanto para outras servia de bebedouro.

Fonte: Património dos Concelhos da Terra Fria Concelho de Bragança VOLUME I

41.473469, -6.356709

Fonte de mergulho de tanque de planta quadrada. É constituída por uma cornija moldurada encimada por pináculos e, no centro, uma cruz latina de secção quadrada.

Datação: Época Contemporânea

Estado de Conservação: Bom

41.4936325, -6.278639

Fonte barroca em cantaria, do tipo relicário.

Encontra-se coberta por um telhado piramidal, em escama.

Painel de alusão às Almas.

Datação: Idade Moderna.

Estado de Conservação: Bom

 

41.835513, -7.001199

Descrição: Situada no largo do Arrabalde, o povo refere-se às suas águas como “milagrosas”. Apresenta um brasão de enorme valor artístico, constituído por um Escudo Real com cinco escudetes postos em cruz. Cada escudete tem cinco besantes em sautor. A bordadura está coberta com sete torres abertas e iluminadas e está adornada com motivos barrocos, sendo concluído pela Coroa Real.

O tanque e o “espaldar” remontam ao século XVIII.

Nas laterais afigura-se com dois painéis de azulejo nacional, dos anos 30 do século XX, apresentando, a um lado, o Pelourinho da Vila e, ao outro lado, a extinta Capela da Misericórdia.

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